Pelo presente instrumento, Declaro que tenho ciência que para a realização do curso de Vacinação devo munir de jaleco (caso não tenha jaleco o Sincofarma poderá ofertar descartável) , estar com unhas curtas, cabelos presos, sapatos fechados e calças compridas. Também, que o curso compreende o uso de agulhas e seringas e que na parte prática são feitos duplas entre os alunos para o treino de aplicação com o orientação dos professores.
Não havendo o cumprimento dos termos acima descritos, o(a) aluno(a) não irá realizar a aula prática de aplicação de injetáveis.
Ainda, AUTORIZO expressamente e sem ônus o uso de minha imagem e nome, bem como dos depoimentos, englobando toda a produção, fotos, imagens, vídeos e outros materiais relacionados que, por minha iniciativa, serão enviados e/ou entregues ao SINCOFARMA - SP, CNPJ: 62.235.544/0001-90 Com a presente autorização, dando aceite nesta autorização, tenho plena ciência de que o uso indicado se dará em meios eletrônicos e digitais como no site e mídias sociais da empresa, manifesto plena ciência de que o conteúdo será aberto ao público em geral. Sendo esta minha livre e consciente manifestação de vontade, declaro, expressamente, nada ter a reclamar ou exigir da empresa SINCOFARMA/SP, em relação ao direito de uso autorizado neste instrumento, aceitando o presente termo.
*PROTOCOLOS OFICIAIS DE CONDUÇÃO E POPs: Programa de Formação e Habilitação de Vacinação para Farmacêuticos*
Instituição Responsável: ICTQ - Instituto de Ciências e Tecnologia
Docente Responsável: Prof. Dr. Klauber Penaforte - CRF:MG 11630
1. Objetivo
Estabelecer o procedimento técnico, seguro e padronizado para a prática de vacinação durante as aulas presenciais, assegurando correta execução, biossegurança, ética profissional e qualificação legal do farmacêutico, assegurando:
. Correta execução dos procedimentos.
. Cumprimento das normas de biossegurança.
. Ética profissional no processo de ensino-aprendizagem.
. Qualificação de profissionais da saúde em conformidade legal.
2. Campo de Aplicação
Aplica-se às aulas práticas do Programa de Formação para Habilitação de Vacinação, envolvendo farmacêuticos e estudantes de farmácia regularmente matriculados.
Diretrizes complementares:
. Garantir sigilo, ética e respeito mútuo.
. Zelar pelo cumprimento das normas regulatórias e institucionais.
3. Responsabilidades
Instrutor(a):
. Orientar a prática conforme protocolos e legislação vigente.
. Garantir supervisão integral durante toda a prática.
. Corrigir a técnica dos alunos, assegurando feedback técnico imediato.
. Responder pelo cumprimento de biossegurança.
Participantes:
. Seguir rigorosamente as orientações do instrutor.
. Executar os procedimentos somente nas condições estabelecidas pelo protocolo.
. Respeitar colegas, mantendo ética e sigilo profissional.
4. Referências Normativas
. RDC nº 44/2009 - Boas Práticas Farmacêuticas.
. RDC nº 222/2018 - Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.
. Resoluções CFF nº 585/2013 e nº 586/2013 - Atribuições clínicas do farmacêutico e prescrição.
. Normas técnicas da ANVISA - Práticas seguras em serviços de saúde.
. Códigos de Ética das categorias profissionais envolvidas.
5. Materiais e Equipamentos
. Simuladores anatômicos (braço, deltóide, glúteo, vasto lateral).
. Agulhas e seringas descartáveis estéreis de diferentes calibres.
. Ampolas e frascos de solução salina para prática simulada.
. Algodão e gaze estéril.
. Álcool 70% (líquido ou swabs).
. Caixa de descarte para perfurocortantes.
. EPIs: jaleco, luvas, máscaras cirúrgicas, óculos de proteção.
. Sabonete líquido antisséptico e papel toalha descartável.
6. Procedimento
6.1 Preparação
1. Higienizar as mãos conforme técnica preconizada.
2. Vestir jaleco, máscara e luvas de procedimento.
3. Conferir integridade e validade dos materiais.
4. Organizar campo de trabalho limpo e higienizado.
6.2 Preparo Simulado
1. Ler rótulo de ampola/frascos e verificar validade.
2. Higienizar o frasco com álcool 70%.
3. Aspirar solução salina com seringa estéril.
4. Retirar bolhas de ar e ajustar dose.
6.3 Prática de Administração
. Via Intradérmica (ID):
o Antissepsia da pele.
o Inserir agulha em ângulo de 10-15°.
o Injetar pequena quantidade até formar pápula.
. Via Subcutânea (SC):
o Pinçar a pele.
o Inserir agulha em ângulo de 45°.
o Injetar lentamente a solução.
. Via Intramuscular (IM):
o Antissepsia da pele.
o Inserir agulha em ângulo de 90° (deltoide, glúteo, vasto lateral).
o Aspirar levemente para verificar refluxo (se houver).
o Injetar lentamente e retirar com segurança.
6.4 Observação sobre a prática
. Durante as aulas, todas as vias são inicialmente praticadas entre os alunos sem agulha, apenas simulando o procedimento (palpação, posicionamento e técnica).
. Para avaliação final, um aluno realizará a perfuração na via dorso-glútea, sem administração de qualquer medicamento.
. A prática é monitorada integralmente pelo docente responsável.
6.5 Descarte
. Agulhas e seringas devem ser descartadas imediatamente em caixas de perfurocortantes.
. Materiais contaminados em recipientes apropriados.
6.6 Finalização
1. Higienizar novamente as mãos.
2. Organizar e limpar o ambiente de prática.
3. Registrar a presença e participação do aluno.
7. Biossegurança e Ética
. Nunca reutilizar materiais descartáveis.
. Proibida a utilização de medicamentos reais.
. Nenhum produto poderá ser consumido ou levado pelos participantes.
Todos os procedimentos devem ser realizados com EPI adequado.
8. Observações Legais
É proibido o uso de medicamentos reais durante a prática. Todos os produtos manipulados são obrigatoriamente descartados ao final da aula. Nenhum participante poderá consumir ou levar produtos para casa.
9. Gestão de Resíduos
Segregar e descartar conforme RDC 222/2018 e PGRSS. Perfurocortantes: coletor rígido. Resíduos contaminados: recipientes apropriados.
10. Incidentes e Primeiros Socorros
Em caso de acidente perfurocortante, interromper a prática, lavar o local, comunicar a
coordenação, registrar ocorrência e acionar serviço médico se necessário.
Colocar o telefone e endereço da unidade de atendimento mais próxima
. Não aplicar injetáveis em seres humanos durante a aula, exceto se houver protocolo específico e autorização prévia.
11. Registros e Retenção
Lista de presença, checklists assinados, relatório de prática, termo de ciência e imagens comprobatórias. Retenção mínima recomendada: 5 anos.